A morte é indomável, é fria, magnífica e eterna. Uns a vêem como algo ruim, um buraco, uma porta para o fim; Porém outros a tomam como a única janela aberta para sair da aflição de um quarto escuro, repleto de tormentos afiados e inevitáveis, e cometem a trágica e libertadora arte do suicídio. Não para matar a vida, mas para silenciar a dor, para calar todo aquele sofrimento constante, que, já havia os proibido de viver há tanto tempo.